domingo, 8 de fevereiro de 2009

Não te quero!






Não te quero!

Não quero algo além do desejado,
Não quero nada do que me deste,
Nem o amor que me impuseste
Nada que eu não tenha almejado.

Não quero um amor comercializado!
Não te quero! como se fosse algoz
Não te quero! com esse título atroz
Vou esperar um amor meu, idealizado!

Vou sair desta agonia, bravamente,
Nem quero que a saudade me ronde,
Por me fazer lembrar do amor, por ti,

E quando chegar o dia! e tão-somente
Que eu passeie por sua mente,
Uma lembrança viva, do que perdi!

Betânia Uchôa

Um comentário:

Anita Fonseca disse...

Lindo poema. Seu blog é gracioso, belos poemas e imagens.

Beijos.